30.6.11

E então veio o Sr. Goodtrips

E mandou tocar em todos os cantos deste Barco:




The human race was dyin' out.
No one left to scream and shout.
People walkin' on the moon.
Smog will get you pretty soon.

Everyone was hangin' out.
Hangin' up and hangin' down.
Hangin' in and holding fast.
Hope our little world will last.

Yeah, along came Mr. Goodtrips
Lookin' for a new a ship.
Come on, people better climb on board.
Come on, baby, now we're goin' home.
Ship of fools.
Ship of fools.

The human race was dyin' out.
No one left to scream and shout.
People walkin' on the moon.
Smog will get you pretty soon.

Ship of fools.
Ship of fools.
Ship of fools.
Ship of fools.
Ship of fools.
Ship of fools.
Ship of fools..


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Cinco Segundos de Todas as Músicas Pop nº1

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Five Seconds Of Every #1 Pop Single Part 1

Five Seconds Of Every #1 Pop Single Part 2



O usuário do Soundcloud mjs538 decidiu fazer algo inusitado: juntar numa única faixa 5 segundos de cada música pop nº1 nos EUA.

Interessante para notar a progressão do gênero, algo como um 'documentário musical', como li num dos comentários recebidos à faixa. Infelizmente não consegui a relação das músicas.

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28.6.11

'Rugas', de Nelson Cavaquinho, por Tom Jobim


Direto do arquivo pessoal e canal do Youtube de Valeria Belisario: Tom Jobim, Beth Carvalho e Alcione cantando 'Rugas' de Nelson Cavaquinho.

20.6.11

Jards Macalé e Paulo José cantam e recitam Torquato Neto


"Quem não arrisca não pode berrar. Leve um homem e um boi ao matadouro. Aquele que berrar mais na hora do perigo é o homem. Mesmo que seja o boi."




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Paulo Leminski - esse cara é poeta




O cachorro louco Paulo Leminski espalha em doses homeopáticas sua sabedoria. E só pra constar, concordo absolutamente com ele: somos todos poetas, apenas aprimoramos nossas linguagens e sentidos em níveis diferentes; e quem é taxado poeta costuma ser justamente aquele que busca a transcendência, ou a recodificação sensorial-artística.

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19.6.11

1h de Programa Abertura com Glauber Rocha


Pouco se escreveu sobre a passagem de Glauber Rocha pela televisão. Mas o fato é que sua presença no programa 'Abertura', que foi ao ar de fevereiro de 79 até o fim da TV Tupi em julho de 1980, foi um dos marcos da televisão brasileira livre, espontânea, artística e irreverente - como só Glauber sabia fazer (se bem que Caetano imitou-o até bem, como vocês verão, risos).

Isso porque consegui, através do fórum de compartilhamento Karagarga, um arquivo de vídeo com uma hora de programa Abertura com Glauber Rocha. Muitos trechos estão disponíveis no Youtube, a exemplo, mas realmente é uma preciosidade. Tão bom quanto em seus filmes, o performático Glauber revela-se atento sempre às questões sociais e políticas da época, não à toa o nome de seu programa.

Para saber mais do Abertura, eis diretamente do site do Tempo Glauber:

"O Programa " ABERTURA" teve sua estréia em 4 de Fevereiro de 1979 na extinta Tv Tupi, dos Diários Assossiados. Criado por Fernando Barbosa Lima, teve também sua direção. Considerado um dos mais importantes inovadores da tv brasileira, foi o criador do famoso "Jornal da Vanguarda" ( 1962 - 1969 ) , com passagens fundamentais pela Tv Rio e pela Tv Excelsior. Loffler, um homem eminente da televisão, era seu braço direito.

Teve como Produtor, Carlos Alberto Vizeu, e como Produtora a Teletape ( que fornecia infra-estrutura técnica simples no programa, como câmeras U-MAtic de primeira geração).

O Programa Abertura, foi ao ar de Fevereiro de 1979 até Julho de 1980, quando a Tv Tupi fechou suas portas. Fernando Barbosa, colocou no ar, uma equipe de intelectuais, jornalistas, artistas e personalidades de primeira linha, como Antônio Callado, Fausto Wolff, Fernando Sabino, Sérgio Cabral, Oswaldo Sargentelli , entre outros, e representando o cinema brasileiro, nada mais que o próprio Glauber Rocha, que aceitou o convite sem ponderar."  
continua, no site Tempo Glauber.


Para download:  clique aqui! ou entre em nosso 1º Acervo d'O Barco Bêbado


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Cortina de Fumaça



Sei que parece preguiça, ainda mais depois de tantos dias sem postar, mas o que tenho eu a dizer sobre o documentário além do que já foi escrito na sinopse do Vimeo? Ei-la:

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"Cortina de Fumaça coloca em questão a política de drogas vigente no mundo, dando atenção às suas conseqüências político-sociais em países como o Brasil e em particular na cidade do Rio de Janeiro. Através de entrevistas nacionais e internacionais com médicos, pesquisadores, advogados, líderes, policiais e representantes de movimentos civis, o jornalista Rodrigo Mac Niven traz a nova visão do início do século 21 que rompe o silêncio e questiona o discurso proibicionista.
Ficha Técnica:

Produção: Coletivo Produções
Co-Produção: J.R.Mac Niven Produções e TVa2
Direção: Rodrigo Mac Niven
País: Brasil
Ano: 2010
Duração: 94 minutos


cortinadefumaca.com

Cortina de Fumaça é um projeto independente movido pela vontade de colaborar na construção de uma sociedade mais equilibrada e alinhada com os princípios de liberdade, diversidade e tolerância.

O documentário de 94 minutos, traz informação fundamentada para o grande público através de depoimentos nacionais e internacionais. Além do Brasil, o diretor Rodrigo Mac Niven gravou na Inglaterra, Espanha, Holanda, Suíça, Argentina e Estados Unidos; visitou feiras e congressos internacionais, hospitais, prisões e instituições para conversar com médicos, neurocientistas, psiquiatras, policiais, advogados, juízes de direito, pesquisadores e representantes de movimentos civis. Dentre os 34 entrevistados, o ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso; o Ministro da Suprema Corte da Argentina, Raúl Zaffaroni; o ensaista e filósofo espanhol autor do tratado “Historia General de Las Drogas”, Antonio Escohotado, o ex-Chefe do Estado Geral Maior do Rio de Janeiro, Jorge da Silva e o criminalista Nilo Batista.

O filme foi produzido, escrito e dirigido pelo jornalista Rodrigo Mac Niven, numa co-produção entre a J.R. Mac Niven Produções e a TVa2 Produções.

*** Video postado com finalidade EDUCATIVA, sem fins lucrativos."


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10.6.11

GiFreaks




O gif acima é claramente uma homenagem à litogravura 'Mãos a desenhar' de M.C. Escher.

Já o gif abaixo é por pura curtição. Desconheço fontes infelizmente.


6.6.11

Manifesto do Valor da Arte 'Besta'


Roger L. Taylor em seu livro ‘Arte, uma inimiga do povo’ demonstra que houve muito pouco tratamento genuinamente materialista da arte. Ele faz isso examinando-a como uma prática social e então comparando a descrição materialista resultante dela aos tratamentos Marxistas de assunto. Ele começa mostrando que a arte, como uma categoria, precisa ser distinta da música, pintura, escrita etc. O uso atual do termo arte trata a mesma como uma subcategoria destas disciplinas; uma categoria que a diferencia em parte na base dos valores percebidos da obra. Nisso, os filmes de Jean-Luc Godard são considerados arte, enquanto os de Charles Brand não são. Este uso do termo, distinguindo-se entre diferentes gêneros cinematográficos, gêneros literários, etc, apareceu no século dezessete ao mesmo tempo que o conceito de ciência. Antes disso, o termo artista era usado para descrever também aos cozinheiros, sapateiros, estudantes das artes liberais, etc.
Quando o termo surgiu nesta sua significação moderna, ele era uma tentativa em partes da aristocracia para assegurar os valores de sua classe contra objetos de ‘honra irracional’. A arte foi equacionada com a verdade, e esta verdade era o ponto de vista da aristocracia, um ponto de vista que seria rapidamente abolido pela ascensão da classe burguesa. Como uma classe revolucionária, a burguesia desejou assimilar a ‘vida’ da declinante aristocracia. Porém, desde que as atividades da burguesia serviram fortemente para abolir os modelos anteriores de vida, quando ela se apropria do conceito de arte ela simultaneamente o transforma. Suas belezas mais ou menos cessam de se equilibrar com a verdade, e passam a se associarem com o gosto individual. Como arte desenvolvida, ‘a insistência da forma e do conhecimento da forma’ e ‘o individualismo’ são amalgamados para emprestar ‘autoridade’ ao conceito como um ‘particular, envolvente, modelo mental da nova classe dominante’.
Assim, ao invés de ter validade universal, a arte é um processo que ocorre dentro da sociedade burguesa, levando a uma ‘reverência irracional por atividades que se adequam às necessidades da burguesia’.
Este processo pressupõe ‘a superioridade objetiva das coisas apontadas como arte, e, assim, a superioridade das formas de vida que as celebram, e do grupo social que está envolvido’. Isso se resume a uma afirmação de que a sociedade burguesa, e a classe dominante dentro dela, é ‘de alguma forma comprometidos com uma forma superior de conhecimento’. A partir disso podemos deduzir que a arte continuará a existir como uma categoria especializada até que o próprio capitalismo seja abolido. Portanto, quem quer realmente entender tanto de cinema quando da nossa sociedade atual, deve rejeitar a categorização de arte em suas exclusividades elitistas e se envolver de forma sincera também com os prazeres proletários dos filmes populares, como os feitos pelos diretores Rogério Sganzerla e John Waters.

~ Ismael Alberto Schonhorst ~

1.6.11

Enteógeno - Despertando o Divino Interior


Através do canal WeedRootsTV encontrei o filme 'Enteógeno - Despertando o Divino Interior' disponível na íntegra e legendado em pt-br no Youtube.

Da sinopse:

"O filme examina o ressurgimento de técnicas arcaicas de êxtase no mundo moderno, tecendo uma síntese da consciência ecológica e evolutiva, a cultura de dança eletrônica, e a atual reavaliação farmacológica de compostos enteógenos. Dentro de uma estrutura narrativa que se imagina a própria consciência de estar evoluindo, "Enteógenos" documenta o surgimento do techno-xamanismo no mundo pós-moderno que indaga as seguintes questões: Como é possível uma renovação dos antigos ritos iniciáticos de passagem aliviar a nossa crise ecológica? O que a dança trance e festivais celebrando a desenfreada expressão artística falam da nossa psique coletiva? Como podemos nos reinventar num mundo desencantado, do qual Deus foi há muito tempo afastado? "Enteógenos" convida o espectador considerar que as respostas a essas perguntas estão dentro da consciência de cada ser humano, e são acessíveis somente se nós nos dermos permissão para despertar o divino interior."